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meu nome é nonete maria sou colunista do blog ,como lidar com adolescentes ;comecei este blog no desejo de passar para vc pais de adolescentes uma das mais dificil lutas que nós pais de adolescente mais tememos as drogas!!!!,eu tenho três filhos adolescentes e um com13 anos na prê adolescencia,minhas filhas moças não me dão trabalho graças a Deus,só namoram deixo elas com seus namorados até as as dez ordens do pai que trabalha a noite e deixa a ordem que não podem passar das dez ,deu essa todos se despedem pois a mais velha de 20 anos tem que trabalhar no outro dia ela entra ao meio dia,mais tem que acordar as 9 pois sai as dez pois trabalha no centro e moramos no morumbi,ai vou começar a parte triste da história tenho um filho de 18 que me dá o maior trabalho ,já foi usuário de varias drogas,cocaina ,maconha,e ja usou também o craque,ele roubava mexia na minha bolsa teve tempo de na fissura de usar droga roubava até panelas pra vender em troca de droga celulares já até perdi a contar quantos ele já roubou meu e dos outros gente é horrível,vc ,vê seu filho sendo ameasado por 20 reais de dividas de droga,teve vez do pai e eu por ele pra fora de casa e ele ficar que nem medingo durmindo num pedaço de espuma nos becos e valados das ruas ,já mais de dez vezes mando ele embora ,depois ele bate na porta diz que vai parar nos damos chances vcs sabem coração dos pais,qual mãe vai saber que seu filho tá dormindo nas calçadas não vai dar mais uma oportunidade ,mais ele sempre volta pras drogas já nem ligo mais ele já foi preso e ficou 3 meses na cadeia,mais é assim depois que entra nesta vida só uma clinica ou ele virar evangélico mais até agora nada vamos esperar a sorte dele até mais qualquer novidade eu posto.hoje mesmo ele dormiu fora fazer o que é a vida até mais ass nonete maria

Ainda hoje, a mulher é a principal responsável pela educação dos filhos e muitas gaguejam ou hesitam ao falar sobre sexualidade com os filhos. Na casa de Cristina Medina, mãe de duas adolescentes, a advogada resolveu agir diferente. Desde pequenas, as meninas foram criadas sem tabus e com liberdade para falar sobre qualquer assunto com os pais. Ela conta que, aos 9 anos, sua filha maior – hoje com 16 anos – explicou e demonstrou à mãe como se põe camisinha numa banana, após assistir a um programa de televisão.
Segundo a ginecologista e médica do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da Uerj, Isabel Bouzas, como todo período de mudanças, a adolescência inspira medo, dúvidas, insegurança e deve ser acompanhada com cuidado pelos pais. Para a especialista, a sociedade viveu uma liberação, mas não se preparou para lidar com a antecipação do início da vida sexual. O resultado é o aumento da gravidez antes dos 15 anos não só nos países subdesenvolvidos, alerta:
- Embora a sexualidade esteja presente desde a fase fetal do indivíduo, é nesse período que ela aflora. E nem sempre a maturidade física vem acompanhada da psicológica. Isso faz com que o adolescente se coloque em situações de risco e exposição, como uma gravidez indesejada, contato com doenças sexualmente transmissíveis, experiências sexuais ruins e até situações de abuso sexual ou violência. Para o adolescente, abrir mão de sua identidade de criança é também uma forma de perda.
Apesar do choque inicial, Cristina Medina aproveitou o momento para acrescentar ainda mais informações à descoberta, reforçar a importância do contraceptivo e contar que também usava o método porque não podia tomar remédios. Tudo isso numa linguagem simples, sem esconder a verdade nem revelar aspectos que fossem além do entendimento de uma criança.
- Sempre procurei mostrar que sexo é algo bom, natural, mas tem seu momento de acontecer. Por isso, acompanho o amadurecimento delas e reforço que iniciar a vida sexual é uma decisão de muita responsabilidade. Mas desempenho meu papel de mãe: elas sabem que não sou a melhor amiga e que podem contar com meu apoio em todos os momentos.
O resultado são meninas que estão vivendo cada etapa da adolescência a seu tempo: tiveram o primeiro beijo, namoram, mas a vontade de iniciar a vida sexual ainda não foi despertada. Além disso, elas não têm vergonha de compartilhar todas essas experiências com a família.
Adolescência: que bicho é esse?
Segundo Paulo César Pinho Ribeiro, pediatra, clínico de adolescentes e presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, é importante diferenciar puberdade – as transformações físicas que ocorrem durante o período da adolescência – desta importante fase da vida:
- Adolescência é um período de transição, em que ocorrem intensas mudanças físicas, psicológicas e sociais, e que prepara a criança para a função biológica da reprodução, promove o desenvolvimento psicológico e consolida sua integração no ambiente social. E acontece na segunda década de vida.
Ela chega cada vez mais cedo
O pediatra esclarece que também a puberdade tem chegado mais cedo. Estudos apontam que, a cada década, a entrada nesta fase se reduz em até três meses. Se há cerca de 50 anos, ela acontecia aos 14 anos, hoje, está em torno de 12 anos e 3 meses, alerta o especialista. Por isso, quanto mais cedo os pais se envolverem na educação sexual dos filhos, melhor para ambas as partes:
- As crianças aprendem pelo estímulo. Se você tem o hábito de elogiar seu filho, desenvolve sua autoconfiança. Tratando-o com respeito e amor, recebe o afeto como retorno. Se você fala a verdade, ele vai confiar em você. Se procura não expô-lo a situações embaraçosas, ele vai acreditar nas pessoas. Se os pais e a sociedade mostrarem habilidades positivas, as crianças e adolescentes vão incorporá-las a seu caráter.
A intensidade da adolescência também causa estrago
Apesar de toda a orientação, há momentos em que o ímpeto dos adolescentes vence e deixa os cuidados de lado. Na casa da dona-de-casa Izadir Farias, esse momento ocorreu em dose dupla: duas de suas quatro filhas adolescentes engravidaram juntas, aos 18 e 19 anos.
- Sempre falamos de camisinha, anticoncepcional, mas elas não se abriam. Quando nos demos conta, já não havia mais remédio: elas engravidaram.
Segundo a psicóloga, psicanalista e coordenadora do setor de Psicanálise e Saúde Mental do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente é importante ver o sexo com naturalidade, retirando a conotação de “feio” e “proibido”, sem esquecer da responsabilidade que ele implica:
- Vejo que na adolescência tudo é muito intenso e os pais deixam seus filhos livres de tudo. O sexo acaba sendo uma fuga, uma aventura. Sem falar na influência da mídia, que banalizou a questão e faz com que as experiências aconteçam antes do que deveriam. A influência dos meios de comunicação não deve, de forma alguma, ser maior do que a da família – revela a psicóloga.
Para a estudante Tatiane Fernandes, de 20 anos, a falta de diálogo em casa influenciou em sua gravidez inesperada. Com uma filha de dois anos, ela revela que em sua nova família, a relação será bem diferente:
- A abertura dentro de casa só aconteceu depois da gravidez – revela.
Conversar e saber onde os filhos estão é o mais importante, acredita a psicóloga:
- Esse tipo de comportamento é importante não só na esfera sexual. Muitos pais se preocupam em dar conforto, mas, muitas vezes, os filhos querem conversa e atenção.
Toda hora é hora para falar de sexo com os adolescentes
Para viver a fase da adolescência, que chega cheia de novidades e descobertas, sem sustos, o melhor presente que as mães podem oferecer é a educação. De acordo com o pediatra Paulo César Pinho Ribeiro, além da orientação, é preciso se assegurar de que a informação será revertida em atitudes:
- O melhor momento para se falar de sexo é quando as primeiras perguntas surgem. Se isso não acontecer, os pais podem também provocá-las a partir de fatos do cotidiano.
Descubra outras dicas ‘de ouro’ para lidar com seu filho adolescente:
- Utilize a mídia a seu favor: aproveite assuntos de revista, da TV e do cotidiano para explorar e desmistificar as questões sexuais.
- Saiba que muitas mães não se sentem confortáveis para falar sobre sexualidade com os filhos. Se realmente achar necessário, peça ajuda a um especialista.
- “Liberdade é ter consciência de seus limites”, acredita o pediatra. E eles devem estar presente no dia-a-dia dos filhos desde a infância.
- A rebeldia do adolescente, em geral, vem da estrutura familiar. Logo, ele não será o único a ter de mudar.
- Meninos e meninas devem receber as mesmas orientações, indicam os dois especialistas. Nada de preconceitos. O mais indicado é que os pais conversem com os filhos e as mães, com as filhas.
- Falar sobre sexo não vai estimular seu filho a praticá-lo mais cedo, alerta a ginecologista Isabel Bouzas. A orientação vai contribuir para que ele lide com o assunto de forma mais saudável.
- Procure entender e se informar sobre as transformações por que seu filho está passando. Mas não tema dizer que não conhece algum tema e terá de pesquisar.
- Conversar não significa agir como uma adolescente. Ele espera dos pais apoio, orientação e um comportamento de adulto.
Fonte: O Globo
Leia também:
SEXUALIZAR MUITO CEDO É ARRISCADO
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SOU MÃE DE 4 ADOLESCENTES SENDO UM USUÁRIO DE DROGAS
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
olha a letra das musicas dos bailes fanks!!! tirem as crianças da sala!!!
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nonete maria
às
05:21
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videos do yuotube e a fama
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nonete maria
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05:09
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jovens pop na enternet,
.cuidados com filhos pop na nete ,deixar eles postar videos ,mais os oriente a não fornecer endereços,lugares frequentados,celular ,tome muito cuidado ,com filhos eos videos bjus!!!!
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nonete maria
às
04:56
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
grande peleja,lidar com 3 filhos adolescentes
meu nome é nonete maria sou colunista do blog ,como lidar com adolescentes ;comecei este blog no desejo de passar para vc pais de adolescentes uma das mais dificil lutas que nós pais de adolescente mais tememos as drogas!!!!,eu tenho três filhos adolescentes e um com13 anos na prê adolescencia,minhas filhas moças não me dão trabalho graças a Deus,só namoram deixo elas com seus namorados até as as dez ordens do pai que trabalha a noite e deixa a ordem que não podem passar das dez ,deu essa todos se despedem pois a mais velha de 20 anos tem que trabalhar no outro dia ela entra ao meio dia,mais tem que acordar as 9 pois sai as dez pois trabalha no centro e moramos no morumbi,ai vou começar a parte triste da história tenho um filho de 18 que me dá o maior trabalho ,já foi usuário de varias drogas,cocaina ,maconha,e ja usou também o craque,ele roubava mexia na minha bolsa teve tempo de na fissura de usar droga roubava até panelas pra vender em troca de droga celulares já até perdi a contar quantos ele já roubou meu e dos outros gente é horrível,vc ,vê seu filho sendo ameasado por 20 reais de dividas de droga,teve vez do pai e eu por ele pra fora de casa e ele ficar que nem medingo durmindo num pedaço de espuma nos becos e valados das ruas ,já mais de dez vezes mando ele embora ,depois ele bate na porta diz que vai parar nos damos chances vcs sabem coração dos pais,qual mãe vai saber que seu filho tá dormindo nas calçadas não vai dar mais uma oportunidade ,mais ele sempre volta pras drogas já nem ligo mais ele já foi preso e ficou 3 meses na cadeia,mais é assim depois que entra nesta vida só uma clinica ou ele virar evangélico mais até agora nada vamos esperar a sorte dele até mais qualquer novidade eu posto.hoje mesmo ele dormiu fora fazer o que é a vida até mais ass nonete maria
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nonete maria
às
03:18
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
jovens,balada e bebidas,exclua seus filhos dessa!!!!
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nonete maria
às
16:03
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Ainda hoje, a mulher é a principal responsável pela educação dos filhos e muitas gaguejam ou hesitam ao falar sobre sexualidade com os filhos. Na casa de Cristina Medina, mãe de duas adolescentes, a advogada resolveu agir diferente. Desde pequenas, as meninas foram criadas sem tabus e com liberdade para falar sobre qualquer assunto com os pais. Ela conta que, aos 9 anos, sua filha maior – hoje com 16 anos – explicou e demonstrou à mãe como se põe camisinha numa banana, após assistir a um programa de televisão.
Segundo a ginecologista e médica do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da Uerj, Isabel Bouzas, como todo período de mudanças, a adolescência inspira medo, dúvidas, insegurança e deve ser acompanhada com cuidado pelos pais. Para a especialista, a sociedade viveu uma liberação, mas não se preparou para lidar com a antecipação do início da vida sexual. O resultado é o aumento da gravidez antes dos 15 anos não só nos países subdesenvolvidos, alerta:
- Embora a sexualidade esteja presente desde a fase fetal do indivíduo, é nesse período que ela aflora. E nem sempre a maturidade física vem acompanhada da psicológica. Isso faz com que o adolescente se coloque em situações de risco e exposição, como uma gravidez indesejada, contato com doenças sexualmente transmissíveis, experiências sexuais ruins e até situações de abuso sexual ou violência. Para o adolescente, abrir mão de sua identidade de criança é também uma forma de perda.
Apesar do choque inicial, Cristina Medina aproveitou o momento para acrescentar ainda mais informações à descoberta, reforçar a importância do contraceptivo e contar que também usava o método porque não podia tomar remédios. Tudo isso numa linguagem simples, sem esconder a verdade nem revelar aspectos que fossem além do entendimento de uma criança.
- Sempre procurei mostrar que sexo é algo bom, natural, mas tem seu momento de acontecer. Por isso, acompanho o amadurecimento delas e reforço que iniciar a vida sexual é uma decisão de muita responsabilidade. Mas desempenho meu papel de mãe: elas sabem que não sou a melhor amiga e que podem contar com meu apoio em todos os momentos.
O resultado são meninas que estão vivendo cada etapa da adolescência a seu tempo: tiveram o primeiro beijo, namoram, mas a vontade de iniciar a vida sexual ainda não foi despertada. Além disso, elas não têm vergonha de compartilhar todas essas experiências com a família.
Adolescência: que bicho é esse?
Segundo Paulo César Pinho Ribeiro, pediatra, clínico de adolescentes e presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, é importante diferenciar puberdade – as transformações físicas que ocorrem durante o período da adolescência – desta importante fase da vida:
- Adolescência é um período de transição, em que ocorrem intensas mudanças físicas, psicológicas e sociais, e que prepara a criança para a função biológica da reprodução, promove o desenvolvimento psicológico e consolida sua integração no ambiente social. E acontece na segunda década de vida.
Ela chega cada vez mais cedo
O pediatra esclarece que também a puberdade tem chegado mais cedo. Estudos apontam que, a cada década, a entrada nesta fase se reduz em até três meses. Se há cerca de 50 anos, ela acontecia aos 14 anos, hoje, está em torno de 12 anos e 3 meses, alerta o especialista. Por isso, quanto mais cedo os pais se envolverem na educação sexual dos filhos, melhor para ambas as partes:
- As crianças aprendem pelo estímulo. Se você tem o hábito de elogiar seu filho, desenvolve sua autoconfiança. Tratando-o com respeito e amor, recebe o afeto como retorno. Se você fala a verdade, ele vai confiar em você. Se procura não expô-lo a situações embaraçosas, ele vai acreditar nas pessoas. Se os pais e a sociedade mostrarem habilidades positivas, as crianças e adolescentes vão incorporá-las a seu caráter.
A intensidade da adolescência também causa estrago
Apesar de toda a orientação, há momentos em que o ímpeto dos adolescentes vence e deixa os cuidados de lado. Na casa da dona-de-casa Izadir Farias, esse momento ocorreu em dose dupla: duas de suas quatro filhas adolescentes engravidaram juntas, aos 18 e 19 anos.
- Sempre falamos de camisinha, anticoncepcional, mas elas não se abriam. Quando nos demos conta, já não havia mais remédio: elas engravidaram.
Segundo a psicóloga, psicanalista e coordenadora do setor de Psicanálise e Saúde Mental do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente é importante ver o sexo com naturalidade, retirando a conotação de “feio” e “proibido”, sem esquecer da responsabilidade que ele implica:
- Vejo que na adolescência tudo é muito intenso e os pais deixam seus filhos livres de tudo. O sexo acaba sendo uma fuga, uma aventura. Sem falar na influência da mídia, que banalizou a questão e faz com que as experiências aconteçam antes do que deveriam. A influência dos meios de comunicação não deve, de forma alguma, ser maior do que a da família – revela a psicóloga.
Para a estudante Tatiane Fernandes, de 20 anos, a falta de diálogo em casa influenciou em sua gravidez inesperada. Com uma filha de dois anos, ela revela que em sua nova família, a relação será bem diferente:
- A abertura dentro de casa só aconteceu depois da gravidez – revela.
Conversar e saber onde os filhos estão é o mais importante, acredita a psicóloga:
- Esse tipo de comportamento é importante não só na esfera sexual. Muitos pais se preocupam em dar conforto, mas, muitas vezes, os filhos querem conversa e atenção.
Toda hora é hora para falar de sexo com os adolescentes
Para viver a fase da adolescência, que chega cheia de novidades e descobertas, sem sustos, o melhor presente que as mães podem oferecer é a educação. De acordo com o pediatra Paulo César Pinho Ribeiro, além da orientação, é preciso se assegurar de que a informação será revertida em atitudes:
- O melhor momento para se falar de sexo é quando as primeiras perguntas surgem. Se isso não acontecer, os pais podem também provocá-las a partir de fatos do cotidiano.
Descubra outras dicas ‘de ouro’ para lidar com seu filho adolescente:
- Utilize a mídia a seu favor: aproveite assuntos de revista, da TV e do cotidiano para explorar e desmistificar as questões sexuais.
- Saiba que muitas mães não se sentem confortáveis para falar sobre sexualidade com os filhos. Se realmente achar necessário, peça ajuda a um especialista.
- “Liberdade é ter consciência de seus limites”, acredita o pediatra. E eles devem estar presente no dia-a-dia dos filhos desde a infância.
- A rebeldia do adolescente, em geral, vem da estrutura familiar. Logo, ele não será o único a ter de mudar.
- Meninos e meninas devem receber as mesmas orientações, indicam os dois especialistas. Nada de preconceitos. O mais indicado é que os pais conversem com os filhos e as mães, com as filhas.
- Falar sobre sexo não vai estimular seu filho a praticá-lo mais cedo, alerta a ginecologista Isabel Bouzas. A orientação vai contribuir para que ele lide com o assunto de forma mais saudável.
- Procure entender e se informar sobre as transformações por que seu filho está passando. Mas não tema dizer que não conhece algum tema e terá de pesquisar.
- Conversar não significa agir como uma adolescente. Ele espera dos pais apoio, orientação e um comportamento de adulto.
Fonte: O Globo
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SEXUALIZAR MUITO CEDO É ARRISCADO
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nonete maria
às
09:22
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