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sexta-feira, 21 de março de 2014

Funk ostentação ganha representantes mirins com clipes sensuais e luxuosos107

Funk ostentação ganha representantes mirins com clipes sensuais e luxuosos

Thays Almendra
Do UOL, em São Paulo
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Conheça os funkeiros mirins que fazem sucesso com crianças e adolescentes17 fotos

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Mc Gui tem 15 anos e é o maior representante entre os funkeiros mirins do funk ostentação. Em seu curriculum já tem apresentações com MC Guimé, Daleste, Mr. Catra e Art Popular Leia mais Simon Plestenjak/UOL
Ele tem 15 anos de idade, olhos e cabelos claros, e já é chamado de "Justin Bieber brasileiro". Longe do ritmo pop melódico do artista norte-americano, Guilherme Kaue Castanheira Alves, ou apenas MC Gui, investe no funk ostentação, rodeado por "novinhas", correntes de ouro e carros luxuosos. Faturando em média R$ 120 mil ao mês, ele é um dos principais representantes mirins do gênero, que aplaca uma nova geração de cantores em São Paulo, como MC Pet, Du Conventi e Dudu.

MC GUI - "O BONDE PASSOU"

Ao lado da mãe, Claudia Alves, o UOLacompanhou uma tarde com MC Gui em sua loja de roupas --recém-aberta e adquirida com seu próprio cachê-- em um bairro da Zona Leste da capital paulista. Fãs entravam e saíam do local para comprar camisetas, correntes e bonés do funkeiro e da marca que o patrocina. Garotas de 4 a 16 anos --e até um bebê de 11 meses-- pediam beijos e abraços de Gui.
"É sempre assim. O que as fãs pedirem eu faço. Tenho mais de 30 fã-clubes espalhados pelo Brasil. Essas meninas se nomearam como Guináticas", contou MC Gui, que trata todas com atenção e, muitas vezes, esquece que é "famoso" --ele tem mais de 800 mil fãs no Facebook e seus vídeos já foram visualizados mais de 40 milhões de vezes no YouTube, entre elas "O Bonde Passou" (que usa sample de "Baby", de Justin Bieber).
Fazendo entre 40 e 50 shows ao mês, Gui sustenta sua família --já comprou cinco carros para todos eles-- e tem seus próprios funcionários. "Ele é uma grande empresa hoje para nós. O escritório, que faz as vendas de shows emprega mais de 15 pessoas. Eu e o pai somos funcionários dele. Na loja, a tia e o primo cuidam de tudo. É tudo em família", disse a mãe, que atua como uma espécie de "faz-tudo". Ela é a personal stylist, produtora, empresária e "pega no pé do garoto". "Tenho que dar umas broncas porque, senão, já viu", contou ela aos risos.

BENDITO É O FRUTO ENTRE OS HOMENS

  • Carioca de 11 anos, Heloá Peralva é a MC Flockynha --apelido dado por seu pai por ser branquinha. A garota, que já é contratada pela Sony Music, gravou o clipe da música "Tira o Olho da Mamãe", de autoria própria, com a modelo e cantora Ângela Bismarchi.

    "Eu gostei de como ficou e deu um clima mais legal, porque deu a ideia de a mãe cantando com a filha. Eu fiz essa música para minha tia. Ela tem um corpão violão. Os meninos mais novos olhavam para o bumbum dela toda vez que ela passava", disse a menina, que faz aula de violão, quer aprender violino e se diz eclética.
  • A funkeira pegou gosto pela música por acompanhar seu pai, o compositor e cantor Juninho Peralva, em seus shows."Eu não queria isso para ela. Eu, que vivo de música e tenho 22 anos de carreira, sei que hoje é muito difícil. Além de ter talento, beleza e sorte, tem que ter um investidor por trás. Porque tudo hoje é pago. É preciso ter um padrinho forte", afirmou Juninho. "Entreguei nas mãos de Deus. Estou fazendo o que ela queria".
Gui canta desde os nove anos e já fez duetos com Mr. Catra, Art Popular e Daleste, entre outros. Com uma investidor por trás de sua carreira, Gui é amigo pessoal da cantora Anitta e vai fazer seu primeiro show internacional na próxima sexta-feira (25) no Paraguai. "Depois que eu apareci na televisão, em março deste ano, mudou tudo na minha vida. Começaram a me conhecer nas ruas, a me pedir autógrafos e a me chamarem para novos projetos", disse ele, que vai participar em novembro de uma transmissão no YouTube com Anitta, MC Guimé e outros artistas.

Diferentemente de outros funkeiros da ostentação, MC Gui pega leve na sensualidade em suas letras e diz se preocupar com o que passa a seu público. Isso porque ele quer continuar no mundo da música "por muitos anos". "Se eu tiver que mudar algo na letra, eu mudo".
Para o futuro, a mãe do MC conta que ele gravará um DVD em uma "grande casa de shows" em São Paulo. "No meio do funk ostentação, jamais conseguiram entrar nessas casas para fazer um trabalho como este. Vai ser uma megaprodução, em que o Gui terá vários dançarinos, cenários, roupas. Ele vai voar e encantar", adiantou a mãe.

MC Pet, Du Conventi e Dudu
  • MC Dudu (à esq.), MC Pet (à frente) e MC Du Conventi (à dir) têm estilos marcantes. Os três têm sonhos de adultos e querem conquistar o mundo através do funk
Com apoio dos pais, os MCs Pet, Du Conventi e Dudu ainda não atingiram a maioridade, mas também fazem parte do cenário do funk ostentação. Eles usam correntes de ouro que chegam a custar R$ 22 mil, posam com carrões e investem em figurinos sofisticados em seus clipes. 

A VISÃO DA JUSTIÇA SOBRE OS MCS MIRINS

Os funkeiros mirins falam sobre sensualidade em suas músicas e fazem shows na madrugada. De acordo com o desembargador Antônio Carlos Malheiros, coordenador da Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, é necessária a liberação de um juiz para que tal exposição seja legítima. "A minha posição pessoal para que esses menores façam qualquer show é que precisam ter consentimento dos responsáveis e de juízes das varas onde eles moram".

Segundo ele, o juiz vai querer saber como é o show e, "se as coisas passarem do limite da sensualidade, serão barradas". "O fato de ser de madrugada não teria problema com a permissão dos pais, mas é importante saber qual é o enredo e qual é o risco que esses menores correm. O meu posicionamento é de tolerância. Era melhor que não fossem, mas...", ponderou Malheiros.
Baixinho e cheio de marra, MC Pet é o nome artístico de Peterson Kevyn. Ele tem 14 anos, mas se comporta como um típico funkeiro mulherengo. Com pouca idade, o garoto disse que canta para as "novinhas" em seus mais de 20 shows ao mês. No clipe de "Pagando de Motorista", ele gravou ao lado da modelo Sabrina Boing Boing, que ostenta um grande decote no meio de uma sala de aula repleta de adolescentes.

"Eu ia para o sertanejo, mas não tinha os adolescentes e as meninas para eu 'zoar'. Agora, no funk, tem as novinhas bonitas, que vão para a balada, e eu sou cachorrão, gosto de mulher pra caramba. Meu pensamento é mais cantar, mas não pode esquecer das mulheres", disse ele aos risos.

Levando uma vida simples na cidade de Carapicuíba, na Grande São Paulo, Pet anda com correntes de ouro, mas diz que prefere não ostentar. "Eu não quero a fama, eu quero sucesso. Porque muita gente tem fama e não tem nada. Do que adianta? Vai ser o maior famosão, vai ali, tira foto, mas e aí? Vai chegar e querer comprar um negócio ali para você. Vai poder? Muita gente confunde, mas eu já sou muito cabeça para isso", disse ele, que sonha em ser como o apresentador e empresário Roberto Justus.

Com um rosto angelical e menos mulherengo do que Pet, MC Du Conventi é ainda mais novinho. Tem 13 anos, vive acompanhado por seu primo de 24 anos e também explora situações sensuais em seus clipes. O garoto teve como parceira no vídeo de "Joga pra Frente, Joga para Trás" a modelo Geisy Arruda. "Eu que tive a ideia de chamar algum famoso. Pensamos em vários. Meu primo sugeriu a Geisy e eu disse que poderia ser porque ela é muito bonita. Sou fã dela".

Administrando a carreira de Pet e Du Conventi, além de cuidar também de MC Dudu, de 17 anos, a empresa Neo Music --liderada por Sérgio Jacques e Reinaldo Menezes-- é a responsável por lançar os funkeiros mirins no mercado do ritmo. Jacques conta que, por ter proximidade com celebridades, sugere que os garotos coloquem mulheres bonitas e sensuais da TV nos clipes das músicas.

"Eu escolho essas artistas porque elas têm um trabalho voltado para a arte. Temos a preocupação de colocar uma artista que vai dar uma repercussão e dar acessos. Elas não contracenam com o artista de maneira sensual e isso não se torna pejorativo", justificou ele, que acredita que o funk é o melhor investimento da atualidade.

VEJA O CLIPE DE MC PET DE "PAGANDO DE MOTORISTA"

VEJA O CLIPE DE MC DU CONVENTI DE "JOGA PRA FRENTE, JOGA PRA TRÁS"

A adolescência e seus conflitos

A adolescência e seus conflitos

Andréia Schmidt

Uma das dificuldades mais comuns entre os adolescentes é conseguir entender as mudanças que acontecem nessa fase da vida. É muito comum que essa dificuldade acabe por se refletir em suas emoções. A cena é conhecida: um mau humor, vindo não se sabe de onde, uma irritação em relação a tudo o que os outros fazem ou dizem, principalmente quando esses outros são os pais ou irmãos, a sensação de que ninguém é capaz de entender seus sentimentos ou pensamentos. Quem, em algum momento da sua adolescência, não se sentiu assim?

Outro dia, uma garota de mais ou menos 16 anos falava, em um programa de TV, de fatos muito comuns nessa fase da vida. Contava sobre as brigas com sua mãe, que começavam por causa de implicâncias bobas, mas que a deixavam com a sensação de que sua mãe era incapaz de compreendê-la; falava da escola e de uma porção de pressões a que ela cedia, mesmo sabendo que eram todas um pouco sem sentido: vestir tal roupa, usar esse tipo de cabelo, falar sobre determinados assuntos, tudo para ser “aceita” pelos amigos. Finalmente, ela falava sobre sua angústia em relação ao futuro, sobre sua incerteza a respeito de quais sonhos conseguiria realizar e sobre o medo de não conseguir tudo aquilo que desejava.

Essa espécie de “depoimento” dado pela garota reflete o momento de vida pelo qual ela está passando, mas também fala de um sentimento comum a muitas pessoas de sua idade. Isso não significa que, quando ficam adultas, as pessoas tornam-se capazes de resolver todas as suas angústias e sua vida se enche de certezas. O que acontece é que a adolescência é uma fase em que se operam mudanças muito grandes e mudanças com as quais nem sempre nos acostumamos rapidamente.

Quando somos crianças, de modo geral, as coisas parecem se resolver por si mesmas: as regras são ditadas pelos adultos à nossa volta, o futuro é uma palavra que designa algo muito distante e nossas preocupações mais imediatas são os estudos, as brincadeiras com os amigos e outras atividades que povoam nosso dia a dia. A adolescência marca um período em que o futuro parece ter chegado. Mudam os interesses, mudam as exigências, mudam as relações. Os pais não sabem bem como tratar seus filhos: ora eles são crianças demais; ora são grandes demais. Diante disso, nada mais natural do que a sensação de incompreensão vivida pelo adolescente. De fato, os pais não estão completamente preparados para compreender a velocidade das mudanças que acontecem na vida de seu filho. Eles também têm que aprender uma nova forma de lidar com esse filho que cresceu e não é mais criança.

Como se não bastasse tudo isso, outras exigências se impõem. Ter que escolher uma profissão é uma delas, e muitos conflitos surgem por causa dessa necessidade. Além disso, surgem as primeiras paixões, as primeiras desilusões, a incerteza de ser amado ou de ser atraente o bastante para a pessoa de quem se gosta. Diante de tudo isso, como não se sentir meio perdido? A grande dúvida de muitos adolescentes é se esses sentimentos são normais ou se são o indício de um desajuste.
Infelizmente, todos esses conflitos não se resolvem facilmente. A insatisfação com vários aspectos da própria vida, as incertezas sobre o amor e as angústias em torno da profissão acompanham as pessoas pela vida afora. Em alguns momentos, com mais força; em outros, de forma mais branda. Isso não é ruim. Afinal, são essas angústias que fazem com que nos movimentemos procurando mudanças que melhorem nossas vidas. O que há de especial em todos esses conflitos durante a adolescência é que eles nos mostram que estamos crescendo, amadurecendo. Administrar esses conflitos é uma outra aprendizagem importante dessa época da vida. À medida que nos compreendemos melhor e percebemos com mais clareza nossas dificuldades, nossas relações com as outras pessoas se tornam mais fáceis, e a sensação de incompreensão diminui. Quando aprendemos a lidar com as incertezas, ficamos mais fortes para fazer as mudanças necessárias. É esse o sentido de todas as dúvidas que povoam a adolescência.
Os conflitos não desaparecem com o fim da adolescência e a entrada no chamado mundo adulto. Eles são uma oportunidade para aprendermos a identificar nossas dificuldades e a lidar com elas. É por isso que, apesar de incômodos, os conflitos são importantes. Passar por eles certamente não é uma tarefa fácil, mas pode ser uma grande experiência para toda a vida.

terça-feira, 11 de março de 2014

convide este menino para cantar em sua igreja é pura unção

convide este menino para cantar em sua igreja é pura unção,eu nonete maria apoio fone para contatos
(019)987152579 oi ,ou 987286972 oi

domingo, 8 de janeiro de 2012

TENHO 4ADOLESCENTES SENDO UM USUÁRIO DE DROGAS



meu nome é nonete maria sou colunista do blog ,como lidar com adolescentes ;comecei este blog no desejo de passar para vc pais de adolescentes uma das mais dificil lutas que nós pais de adolescente mais tememos as drogas!!!!,eu tenho três filhos adolescentes e um com13 anos na prê adolescencia,minhas filhas moças não me dão trabalho graças a Deus,só namoram deixo elas com seus namorados até as as dez ordens do pai que trabalha a noite e deixa a ordem que não podem passar das dez ,deu essa todos se despedem pois a mais velha de 20 anos tem que trabalhar no outro dia ela entra ao meio dia,mais tem que acordar as 9 pois sai as dez pois trabalha no centro e moramos no morumbi,ai vou começar a parte triste da história tenho um filho de 18 que me dá o maior trabalho ,já foi usuário de varias drogas,cocaina ,maconha,e ja usou também o craque,ele roubava mexia na minha bolsa teve tempo de na fissura de usar droga roubava até panelas pra vender em troca de droga celulares já até perdi a contar quantos ele já roubou meu e dos outros gente é horrível,vc ,vê seu filho sendo ameasado por 20 reais de dividas de droga,teve vez do pai e eu por ele pra fora de casa e ele ficar que nem medingo durmindo num pedaço de espuma nos becos e valados das ruas ,já mais de dez vezes mando ele embora ,depois ele bate na porta diz que vai parar nos damos chances vcs sabem coração dos pais,qual mãe vai saber que seu filho tá dormindo nas calçadas não vai dar mais uma oportunidade ,mais ele sempre volta pras drogas já nem ligo mais ele já foi preso e ficou 3 meses na cadeia,mais é assim depois que entra nesta vida só uma clinica ou ele virar evangélico mais até agora nada vamos esperar a sorte dele até mais qualquer novidade eu posto.hoje mesmo ele dormiu fora fazer o que é a vida até mais ass nonete maria

Os adolescentes e as drogas

Os adolescentes
e as drogas

s adolescentes de hoje estão mais sujeitos ao contato com as drogas. Ambiente, companhias erradas, tudo favorece o contato e as primeiras experiências com as drogas. A isso, acrescente-se a freqüente ausência dos pais, que cria condições favoráveis para que os filhos adolescentes se sintam livres para aventuras deste tipo, sem pensar muito nas conseqüências.

Nesta fase da vida, eles afirmam sua personalidade: novas descobertas, novo corpo, explosões de emoção e temperamento contribuem para o surgimento de novos e difíceis problemas.

Da própria sociedade, em rápida mudança, chega uma série de cobranças e de apelos de consumo: como se mover, vestir e até mesmo como não ser tão “careta”. E o coitado do adolescente, ainda inexperiente, só pode ficar na maior das confusões!

ELES PRECISAM DE AJUDA

O que queremos é que os adolescentes conheçam os riscos que os esperam, entre eles a horrível possibilidade de experimentarem a droga e de entrarem na turma dos dependentes. Os adolescentes precisam de alguém que os ame de verdade, independentemente de suas indecisões e estranhezas.

Graças a Deus, nesta fase da vida eles podem descobrir Jesus como alguém que os impressiona, o grande amigo de todas as horas, que não quer que ninguém se perca, desperdiçando a vida e, até, induzindo outros a isso.

QUE DROGA ESSA DROGA!

Mas, o que leva um adolescente a usar drogas?

As causas são muitas: a solidão, a falta de formação, as más companhias, as decepções, os desentendimentos com os pais e outros desconfortos de uma sociedade injusta e excludente. Nesta situação, as drogas podem se apresentar ao adolescente como a solução dos problemas que o aflige. É uma triste ilusão!

A doença, de fato, isola das pessoas, a não ser que precise delas para conseguir a droga. Transforma os usuários em pessoas hostis, egocêntricas e egoístas. Para não adoecer ou enlouquecer, chegam a sentir orgulho pelo seu comportamento às vezes ilegal e, quase sempre, extravagante e esquisito.

Para conseguir as drogas, eles mentem, roubam. O fracasso e o medo invadem sua vida e o espírito fica em pedaços.

Uma saída fácil. Eis o que eles querem e, não encontrando-a, algumas vezes pensam no suicídio. E, se não houver uma reviravolta radical, uma opção forte do interessado..., o uso de drogas acaba sempre subjugando o usuário.

DEPOIMENTO

Antes de se suicidar, Percy Partrick, dependente de drogas, endereçou uma carta emocionante alertando os jovens.

Se alguém lhe oferecer algum tóxico, demonstre ser mais homem do que eu fui. Não se deixe tentar, por nenhuma razão, e saiba responder com um “não”.

Talvez você encontre “amigos” que lhe ofereçam gratuitamente um pouco da coisa (droga) para depois, sucessivamente, fazer você pagar por ela. No princípio o preço é reduzido, mas quando perceberem que você se tornou viciado (dependente), aumentarão os preços. Não esqueça que a mesma pessoa que lhe vendeu a maconha, terá, em reserva para você, também a heroína.

E tudo isso, por quê? Não certamente pela sua felicidade, mas para obter dinheiro.

A droga pode oferecer momentos de felicidade, mas a cada um destes momentos corresponde um século de desespero que jamais poderá ser apagado. A droga destruiu todos os meus sonhos de amor, as minhas ambições e a minha vida no seio da família.

O QUE FAZER?

A dependência pode ser detida. Não há nada de vergonhoso em ser um dependente, desde que este tome consciência de sua situação, deixe de justificar seu comportamento, se preocupe com o seu bem-estar e comece a agir positivamente.

A recuperação é uma tarefa difícil e o tratamento médico é apenas uma parte desta recuperação. A participação dos pais e a união da família são os maiores fatores de combate ao tóxico, assim como a degradação da família é uma das causas do aumento do número de usuários.

A terapia ocupacional. Deve-se descobrir o que o dependente de drogas gosta de fazer (habilidades manuais, fotografia, dança, esportes...). Com estas ocupações surgirão em sua vida outros interesses e outras formas de realização que o ajudarão a recuperar a auto-estima perdida.

Desenvolver as forças interiores. São as qualidades positivas que todos nós possuímos, e que, no caso dos dependentes, ajudam na recuperação. Esse trabalho deve ser feito com acompanhamento de psicólogos e educadores.

A violência não recupera ninguém. Devemos evitar de rotular os dependentes de drogas com frases como: Uma vez viciado, sempre viciado. Contudo, a experiência mostra que quanto maior for o tempo do vício, mais difícil é a recuperação.

EDUCANDO PARA PREVENIR

A educação, bem planejada e assumida pela família e pelos órgãos competentes, é a melhor forma de combater o tóxico.

Bem educada, a pessoa se sente bem, em harmonia com o próprio corpo, com a mente e com o espírito, passando a viver bem com os outros e com o mundo em geral.

Sendo que a vida é o maior dom de Deus, estragar ou até acabar com a própria vida é a maior “bobeira” que uma pessoa pode fazer. Devemos amar e cuidar da vida contra todo tipo de drogas.

CONCLUSÃO

O adolescente, além de se preservar do uso das drogas, deve fazer algo para aqueles que já são escravos deste vício.

O problema da droga será objeto de nossas reflexões ao logo do mês de maio. Que Nossa Senhora nos ajude nessa reflexão e nos livre deste perigo.

INDICAÇÕES PARA OS QUATRO ENCONTROS

1.ª SEMANA: ESTUDO DO TEMA

Depois de um momento de oração e avaliação da vivência missionária da semana, em grupos
(máximo de 4 adolescentes), ler o texto apresentado e responder a estas perguntas:

A) O que leva alguém a usar e até a abusar das drogas?

B) Como tratar os drogados?

C) Como você pode combater as drogas?

Plenário - Salientar as idéias e soluções encontradas.
Tarefa: Ler o texto com os pais e irmãos e conferir suas opiniões sobre o assunto.

(Levar resumo para o próximo encontro)

2.ª SEMANA: ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA

Relatar o que os pais e irmãos disseram sobre o assunto “drogas”.

Em grupos: Ler e refletir sobre João 10,10-18. Responder:

1 - O que este evangelho nos quer dizer e como traduzi-lo para os nossos dias?

2 - Existem outros tipos de drogas que atrapalham nossa vida? Enumerar.

Partilhar as reflexões com todo o grupo.
Terminar com uma oração que exalte o dom da vida.

Tarefa: Em equipes de 3, visitar, durante a semana, pessoas que se preocupam com o problema da droga na cidade (Alguém da prefeitura - sacerdote - professor(a)- ex-drogado...). Falar do problema - verificar se há trafico de droga na comunidade - o que está sendo feito.

Fazer resumo por escrito e levá -lo no próximo encontro.

3.ª SEMANA: EMPENHO MISSIONÁRIO

Relatar o que colheram nas entrevistas da semana. Amarrar algumas idéias e possíveis atividades.

Tarefa: Se existir por perto um local (centro, comunidade...) onde são tratadas pessoas com problemas de drogas, organizar uma visita e, num clima de grande fraternidade, colher testemunhos interessantes e educativos. Levar uma lembrança e verificar se precisam de algo.

(Um grupinho pode preparar uma encenação sobre droga para o 4.º encontro).
Que tal convidar também os pais?

4.ª SEMANA: VIDA DE GRUPO

Estudamos, vivenciamos, realizamos tarefas missionárias sobre drogas.
Vamos agora dar espaço à nossa unidade e amizade.

1.º - Avaliação da visita e do mês.
2.º - Realização da encenação.
3.º - Momento de oração pela defesa da vida.
4.º - Confraternização (cantos – brincadeiras - comes e bebes).

Tarefa: Preparar uma exposição sobre drogas e colocá-la na igreja no 1.º domingo do mês.

Miriangela Paim

domingo, 7 de agosto de 2011


Adolescentes brasileiras morrem em acidente em Somerville

Por Beto Moraes
Redação de O Jornal

SOMERVILLE — Duas adolescentes brasileiras morreram num trágico acidente na madrugada da sexta-feira, 22, em Somerville. O carro em que elas viajavam capotou na saída para a Washington Street da McGrath Highway. Mayara Alves, 16 anos, foi declarada morta ainda no local e Isabela da Silva, 16, não resistiu aos graves ferimentos e morreu na noite do sábado, 23.
O acidente ocorreu às 3h30min quando elas voltavam de uma festa. O carro em que viajavam, um Chevy Malibu 2001, levava cinco passageiros além do motorista. As duas brasileiras não usavam o cinto de segurança na hora da colisão.
O motorista Kenneth W. Belew, 21 anos, foi indiciado na Corte de Somerville na segunda-feira, 25, e vai responder às acusações de homicídio por negligenciar nas mortes das duas adolescentes brasileiras quando dirigia sob a influência de álcool e excesso de velocidade. A fiança de Belew foi estipulada em $ 5 mil.
Durante o depoimento na Corte de Somerville, parentes e amigos das vítimas e do motorista se comoveram com o relato da promotoria sobre o estado de Bellew após a batida.
"Ele puxava o cabelo e gritava: eu a matei”, enfatizou a promotora.
Kenneth Belew vai responder o processo em liberdade e teve a licença suspensa. É a segunda vez que o motorista perde o privilégio de dirigir em quatro anos de habilitação.
Amigos dos pais das brasileiras iniciaram uma campanha nas redes sociais da internet para conter o abuso dos adolescentes ao volante. E pelo rádio, programas brasileiros começaram uma campanha estimulando os adolescentes a impedirem amigos bêbados de dirigir, mesmo que para isso sejam obrigados a chamar a polícia para conter o condutor.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

 

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